CAMPEONATO CAPIXABA DE SUPERCROSS E MOTOCROSS- 2008

REGULAMENTO

1-TÍTULO E GENERALIDADES
A Federação Capixaba de Motociclismo – FECAM, realizará o Campeonato Capixaba de Supercross e Motocross 2008.
Este campeonato é organizado entre os meses de janeiro a dezembro do ano em curso, tendo no máximo sete a dez etapas.
2-PILOTOS
3-Licenças
A participação neste evento é restrita à, portadores de uma licença válida da CBM/ FECAM para o ano 2008.
4-Números de Largada
Os pilotos utilizarão números de acordo com o ranking nacional da Fecam e CBM para o ano 2008. Os pilotos que não possuírem número no ranking nacional da CBM, deverão escolher um número que não tenha no ranking e ainda esteja disponível, E RESERVAR NA FECAM.
É obrigatório usar pelo menos três números na moto e um número dorsal que deve ser confeccionado de forma legível e de material durável.

Sugestões:

CLASSE

COR DE FUNDO

COR DE NÚMERO

50cc

Fundo Branco

Números Pretos

65cc

Fundo Branco

Números Pretos

85cc

Fundo Branco

Números Pretos

nacional

Fundo Branco

Números Pretos

125cc/ MX 2

Fundo Preto

Números Brancos

250cc/ livre

Fundo Verde

Números Brancos

Open

Fundo Amarelo

Números Pretos

 Obs: Será obrigatório numeração nas costas do piloto com o mesmo número das placas dianteira e laterais  da moto. Caso o piloto não esteja de acordo com o regulamento será penalizado  em uma posição  

5-MOTOCICLETAS E CLASSES

CLASSE

ACIMA DE (CC)

ATÉ (CC)

IDADE MÍNIMA

IDADE MÁXIMA

50cc

 

50cc (2tempos)

5 anos

10 anos

65cc

 

65cc(2 tempos)

7 anos

12 anos

85cc

70cc(2 tempos) 75cc(4tempos)

85cc(2 tempos) 150cc(4 tempos)

11 anos

15 anos

Amador

125cc

650cc

13 anos

45 anos

    MX2

85cc(2 tempos)

125cc(2 t) 250 [4 t ]

13 anos

45 anos

250cc

175cc(2 tempos) 290cc(4 tempos)

250cc(2 tempos) 650cc(4 tempos)

13 anos

50 anos

open

125cc(2 tempos) 175cc(4 tempos)

500cc(2 tempos) 650cc(4 tempos)

35 anos

60 anos

Para o cálculo da idade do piloto, será observada a idade que o mesmo possua no dia 1º de janeiro de 2008.
Pilotos com idade superior a 45 anos, deverão apresentar Certificado Médico de Aptidão.
Os pilotos menores de 18 anos deverão apresentar um Termo de Responsabilidade (conforme modelo da CBM), devidamente registrado em cartório ou assinatura do pai ou responsável na ficha de inscrição.

6-PERCURSO

O percurso deverá ser homologado pela FECAM.
Para as classes 50CC e 65cc o percurso poderá ser alterado.

7-Diretor de Prova
 

erá nomeado pela FECAM.

8-REGULAMENTO SUPLEMENTAR
O Regulamento Suplementar será emitido pela FECAM ou Clube para cada prova.

9-INSCRIÇÕES.

As inscrições feitas antecipadamente somente terão validade se acompanhadas do recibo de depósito.

10- Treinos Livres
O mínimo de uma sessão de treinos livres de 15 (quinze) minutos para todas as classes será organizada.
O número máximo de pilotos 14 (quatorze) pilotos na final.
Caso o número de pilotos inscritos seja superior, serão feitas baterias de classificação de 5 minutos e uma volta.
Os horários dos treinos livres serão informados no Regulamento Suplementar de cada etapa.

11-PROVAS
11-1. Programa das Provas
Todos os eventos devem ser organizados em:
- Uma (1) prova separada para a classe open. Mínimo de 6 Motos
- Uma (1) prova separada para a classe 85cc Mínimo de 6 Motos
- Uma (1) prova separada para a classe 65cc Mínimo de 6 Motos
- Uma (1) prova separada para a classe 50cc Mínimo de 6 Motos
- Uma (1) prova separada para a classe Amadora Mínimo de 6 Motos
- Uma (1) prova separada para a classe Força livre Mínimo de 8 Motos
- Uma (1) prova separada para a classe mx2cc Mínimo de 8 Motos
A duração das baterias será estabelecida em Tempo de Prova podendo variar com o comprimento da pista.


11-2. Procedimento de Largada
20 (vinte) minutos antes da Largada todos os pilotos deverão se apresentar no gate de largada para não atrasar o programa de prova.
A ordem de largada dos pilotos no gate para as baterias será pela posição do campeonato anterior para a primeira prova, caso não tenha classificatória e atual para seguintes.
Uma vez que o piloto tenha tomado sua posição no gate de largada, ele não poderá mais mudar de posição.
Se o piloto tem um problema mecânico no gate de largada, ele deve aguardar por assistência depois da largada ter sido efetuada. Após a largada ele pode receber assistência por seu mecânico apenas em sua posição. A penalidade por esta violação de regulamento é a exclusão da bateria em questão.
Uma largada coletiva será feita com os motores ligados. O comissário levantará uma bandeira verde, momento a partir do qual os pilotos estão sob seu controle, até que todos os pilotos estejam sobre a linha de largada.
Quando todos os pilotos estão sobre a linha de largada, o comissário levantará uma placa com "15 segundos", durante os 15 segundos. No final dos 15 segundos, ele levantará uma placa com "5 segundos" e o gate irá desarmar entre 2/5 segundos depois de mostrada a placa de "5 segundos no caso de relargada fica a critério do diretor de prova ,mostrar ou não a placa de 15 segundos.
Um obstáculo deve ser montado atrás do gate de largada para impedir que os pilotos se afastem do gate de largada.
No gate o uso de qualquer artifício que não o original para ligar a motocicleta é proibido.
No gate de largada, o uso de qualquer dispositivo de ajuda de largada pelos pilotos é proibido.
A área em frente ao gate de largada será restrita e será preparada de modo consistente, dando condições tão igual quanto possível para todos os pilotos. Ninguém exceto os oficiais e fotógrafos serão autorizados nesta área e nenhum tratamento da área é permitido.
Ninguém exceto o piloto, oficiais e fotógrafos estão autorizados na área atrás do gate de largada. Os pilotos estão autorizados para tratar esta área, contando que nenhuma ferramenta seja usada ou assistência externa seja fornecida.

11-3. Largadas Falsas
Todas as largadas falsas serão indicadas por uma bandeira vermelha agitada. Os pilotos deverão retornar para o
Gate, e a relargada acontecerá assim que possível.

12-Reparos e Substituições
Os pilotos terão a possibilidade de reparar a motocicleta e substituir o silencioso na zona de reparos (pit-stop), durante a prova.

13-PARADA DE UMA PROVA
O Diretor de Prova tem o direito, sob sua própria iniciativa, por razões urgentes de segurança, ou outro caso de força maior, parar uma prova prematuramente ou cancelar uma parte ou todo o evento.
Se uma prova é parada a qualquer momento durante a primeira metade do tempo (ou voltas) previsto(as) de prova, haverá uma relargada completa. Os pilotos retornarão para o gate e a relargada acontecerá o mais rápido possível.
O Diretor de Prova pode excluir um ou mais pilotos, julgados culpados pela parada da prova de participarem da relargada.
Se uma prova é parada após a primeira metade do tempo previsto de prova terem transcorrido, a prova será considerada completa. A ordem de chegada será baseada na colocação dos pilotos na volta anterior a que a bandeira vermelha foi mostrada. Qualquer piloto(s) determinado pelo Diretor de Prova como responsável pela bandeira vermelha será colocado atrás dos pilotos tendo completado um número igual ou maior de voltas.
Uma prova pode ser recomeçada somente 2 (duas)vezes .

14- ASSISTÊNCIA EXTERIOR, CORTE DE PERCURSO.

Qualquer assistência externa no percurso é proibida durante a(s) prova(s) a menos que o PILOTO ESTEJA EM POSIÇÃO DE PERIGO PARA OUTROS PILOTOS, ou seja efetuado por um comissário designado pelo organizador para garantir a segurança. A penalidade pela violação desta regulamentação é a exclusão.
Atalhar o percurso é proibido. A penalidade por tentar tirar vantagem por atalho de percurso será a exclusão da prova.

15-. Pit Stop (Zona de reparos)

Ao lado da pista, uma área deve ser reservada para reparos durante a prova. Nesta área específica, as únicas pessoas autorizadas são os mecânicos, que podem fazer reparos ou ajustes nas motocicletas durante as provas, o sinalizador e os representantes das fábricas.
Qualquer parte da motocicleta, exceto o chassi, que deve estar selado, pode ser modificada, ajustada ou substituída.
Todo reabastecimento deve ser feito com o motor desligado.
Os pilotos, entrando na zona de reparos, devem parar antes de retornar para a pista. A violação a esta regulamentação resultará em exclusão da prova em questão.
Um piloto que entrar nos boxes com sua motocicleta durante a prova não será autorizado a retornar aquela prova.
Comunicação de rádio com os pilotos são proibida.

16-. SINAIS OFICIAIS
Os sinais oficiais devem ser dados por meio de uma bandeira como segue:

BANDEIRA

SIGNIFICADO

Vermelha, Agitada.

Parada Imediata, Obrigatória para todos. Voltar ao gate

Preta e um quadro com o número do piloto

Piloto indicado deve parar no Pit Stop

Amarela, Fixa.

Perigo, Dirigir devagar!

Amarela, Agitada.

Perigo Imediato, Devagar, Não Ultrapassar.
O piloto que ultrapassar e não voltar a sua posição atual em duas voltas, terá 5 Secundos de  pinalização a ser pago durante a prova em andamento ou perdera uma posição

Azul, Agitada.

Atenção, De passagem.

Branca

Pessoal ou veículo de serviço médico na pista

Verde

Pista Livre para a largada da bateria

Xadrez Preta e Branca, Agitada.

Fim de Prova ou Treino

A bandeira verde só poderá ser utilizada por um oficial de largada durante o procedimento de largada.

17-.TRAVESSIA DA LINHA DE CONTROLE e/ou chegada

Uma motocicleta atravessa a linha de controle no momento em que a parte mais avançada da motocicleta atravessar a linha.

18-. CONTROLE TÉCNICO E VERIFICAÇÕES
O controle técnico deve ser efetuado para verificar o estado geral da moto e selar o chassis.

19-NÍVEL DE RUÍDO
No caso de um piloto tiver a ponteira quebrada, danificada ou perdida ele terá uma penalização de 1 (uma) colocação.

20- RESULTADOS
O vencedor de uma prova é o piloto que atravessar a linha de chegada primeiro .
Um piloto não será classificado se ele:
- Não tiver atravessado a linha de chegada nos 5 (cinco) minutos após a chegada do vencedor.
- Não tiver completado 3/4 do número total de voltas completadas pelo vencedor
Se 3/4 do número de voltas não corresponder a um número inteiro, então o resultado será arredondado para o próximo número inteiro.

21- PONTUAÇÃO PARA O CAMPEONATO CAPIXABA DE MOTOCROSS E SUPERCROSS

OBS: Caso haja classificatória em qualquer categoria os cinco primeiros  do campeonato já estarão classificados automaticamente para bateria final, a partir da 2ª prova.

Não haverá descarte de pontos (N-1), em nenhuma das classes e modalidades.
Cada prova válida marcará pontos independentes para o campeonato.
Os pontos serão atribuídos para o Campeonato Capixaba de Motocross e Supercross -  2008.

01º Lugar - 25 Pts.

06º Lugar – 10 Pts

11º Lugar - 05 Pts

02º Lugar – 20 Pts

07º Lugar – 09 Pts

12º Lugar - 04 Pts

03º Lugar – 16 Pts

08º Lugar – 08 Pts

13º Lugar - 03 Pts

04° Lugar - 13 Pts

09° Lugar – 07 Pts

14° Lugar - 02 Pts

05° Lugar - 11Pts

10° Lugar – 06 Pts

15° Lugar - 01 Pts

Os protestos contra pilotos, motocicletas e atitude antidesportiva deverão ser feitos por escrito pelo piloto e entregue ao Diretor de Prova, até 30 min. após a chegada do primeiro. Protestos contra resultados deverão ser feitos por escrito pelo piloto e entregues ao Diretor da Prova até 30 minutos após a divulgação do resultado final. Todos os protestos devem ser ESPECÍFICO POR ITEM e acompanhados de uma taxa no valor de R$ 300,00 (trezentos reais). Os protestos serão avaliados ; no caso da procedência o valor será devolvido ao reclamante, caso contrário, reverterá a favor da FECAM, ou no caso de reclamação técnica 50% para a equipe da moto reclamada . Não cabem protestos contra decisões das autoridades da prova. Os casos omissos a este regulamento serão julgados de acordo com o regulamento da CBM e/ou FIM. 23- CERIMÔNIA DE ENTREGA DE PRÊMIOS Os cincos primeiros colocados em cada bateria final, deverão, se dirigir ao podium IMEDIATAMENTE após o término da bateria, sem conceder entrevistas, ou qualquer outro ato que provoque seu atraso a premiação. Os cincos primeiros colocados de cada bateria válida deverão ser premiados com troféus no podium.

24- AJUDA DE CUSTOS.
As ajudas de custo são por prova válida e serão informadas no Regulamento Suplementar do Evento.

25- CÓDIGO DISCIPLINAR

Das Infrações contra pessoas
Das Ofensas Físicas

Praticar vias de fato:
Contra pessoa vinculada à entidade ou associação por fato ligado ao motociclismo.

PENA:
suspensão de trinta (30) a cento e oitenta (180) dias;
          Contra membro de órgão ou poder do Conselho Técnico Desportivo Nacional, de entidade e da Justiça                   Desportiva, por fato ligado ao motociclismo.

PENA: suspensão de um (1) a dois (2) anos e eliminação na reincidência;
          Contra diretor de prova ou auxiliar em função.

PENA: suspensão de sessenta (60) a trezentos e sessenta (360) dias; na reincidência, de trezentos e sessenta              (360) a setecentos e vinte (720) dias, até eliminação.
          Para os efeitos do disposto no inciso III, o diretor de prova e os auxiliares são considerados em função                desde a escalação até o término do prazo fixado para a entrega dos documentos do evento na entidade.
         As vias de fato, quando praticadas por diretor de prova ou auxiliar em função, observado o disposto no                artigo anterior, serão punidas com a pena de noventa (90) a trezentos e sessenta (360) dias de suspensão.

Das Ofensas Morais

Ofender moralmente pessoa vinculada à associação ou entidade, por fato ligado ao motociclismo.

PENA: suspensão de dez (10) a noventa (90) dias ou multa a ser definida pelo júri da prova.
         Manifestar-se de forma desrespeitosa, ou ofensiva, contra membros do Conselho Técnico Desportivo                    Nacional (CTDN), do Conselho Regional de Desportos (CRD), dos poderes das entidades dirigentes e da                  Justiça Desportiva, ou ameaça-los de mal injusto e grave.

PENA:
suspensão de trinta (30) a cento e oitenta (180) dias ou multa a ser definida pelo júri da prova.
         Parágrafo único – Quando a manifestação for feita por meio da imprensa, rádio ou televisão, a pena será de          sessenta (60) a trezentos e sessenta (360) dias.
         Atribuir fato inverídico a membros ou dirigentes do Conselho Técnico Desportivo Nacional (CTDN), do                    Conselho Regional de Desportos (CRD), das entidades dirigentes e da Justiça Desportiva.

PENA: suspensão de sessenta (60) a cento e oitenta (180) dias.
          Manifestar-se de forma desrespeitosa, ou ofensiva, contra a associação, membros dos seus poderes ou               contra diretor de prova, em razão de suas atribuições.

PENA: suspensão de trinta (30) a cento e vinte (120) dias ou multa a ser definida pelo júri da prova.
         Ofender moralmente diretor de prova ou auxiliar em função.

PENA: suspensão de dois (2) a cinco (5) eventos de campeonato ou multa a ser definida pelo júri da prova,                    quando o autor for atleta, ou de vinte (20) a sessenta (60) dias, quando forem outros os autores.
         Parágrafo único – Para os efeitos deste artigo, aplica-se o disposto no artigo 2.
         A ação disciplinar relativamente às infrações previstas nos artigos 4 a 7 deverá ser precedida de                          interpelação, quando o ato punível for veiculado pela imprensa, rádio ou televisão.


Parágrafo único – Para os efeitos deste artigo, aplica-se o disposto no artigo 2.
                          A ação disciplinar relativamente às infrações previstas nos artigos 4 a 7 deverá ser precedida                           de interpelação, quando o ato punível for veiculado pela imprensa, rádio ou televisão.

Das Infrações relativas à Competição
Das Infrações dos Atletas

Proceder a desleal ou inconvenientemente durante a competição.

PENA: suspensão de um (1) a dois (2) eventos ou multa a ser definida pelo Júri de Prova.

Reclamar, por gestos ou palavras, contra as decisões da direção de prova.


PENA: suspensão de um (1) a três (3) eventos de campeonato ou multa a ser definida pelo Júri de Prova.

Desrespeitar, por gestos ou palavras, o diretor de prova ou seus auxiliares.

PENA: suspensão de um (1) a quatro (4) eventos ou multa a ser definida pelo Júri de Prova.

Praticar ato violento.

PENA: suspensão de um (1) a dois (2) eventos ou multa a ser definida pelo Júri de Prova.

Parágrafo único – Se da jogada resultar lesão ao adversário que o impossibilite de prosseguir no evento, a pena será de suspensão de dois (2) a seis (6) eventos ou multa a ser definida pelo Júri de prova.

Praticar ato de hostilidade contra o adversário.

PENA: suspensão de um (1) a três (3) eventos de campeonato ou multa a ser definida pelo Júri de Prova.
         Praticar vias de fato contra companheiro de equipe ou componente de equipe adversária.

PENA: suspensão de dois (2) a quatro (4) eventos de campeonato ou multa a ser definida pelo Júri da prova.


Parágrafo único
– Se da infração resultar lesão corporal grave, a pena será de suspensão de trinta (30) a noventa (90) dias ou multa a ser definida pelo Júri da prova.

Tentar impedir, por qualquer meio, o prosseguimento de um evento.

PENA: suspensão de cento e vinte (120) a trezentos e sessenta (360) dias ou multa a ser definida pelo Júri da          prova.

Participar de rixa, conflito ou tumulto, durante o evento.

PENA: suspensão de dois (2) a quatro (4) eventos de campeonato ou multa a ser definida pelo Júri da prova.

Assumir atitude contrária à disciplina ou à moral desportiva, em relação a componente de sua representação, representação adversária ou de espectador.

PENA: suspensão de um (1) a quatro (4) eventos de campeonato ou multa a ser definida pelo Júri de Prova.
         O Piloto será responsável pelos membros de sua equipe, e será punido se os mesmos causarem tumulto, e          desrespeitarem a autoridades da prova ,público e autoridades presentes.

PENA: multa a ser definida pelo Júri de Prova ou suspensão de vinte (20) a sessenta (60) dias do piloto.

Parágrafo único: A multa não poderá ser menos de um salário mínimo e no máximo dez salários mínimos que se reverterá para a FECAM ou clube organizador ou pessoa ofendida.

FECAM
PRESIDENTE
RENAN DA SILVA LOUBAK               COMISSÃO DE MOTOCROSS